terça-feira, 18 de março de 2014

Bom Senso F.C sugere novo calendário 

ao futebol brasileiro  

 

Na ultima segunda – feira, dia 17, na Universidade Uninove, na zona oeste de São Paulo, o Bom Senso F.C apresentou um calendário de bastante flexibilidade, aonde mostra que sim, é possível melhorar o calendário do futebol brasileiro.

Com o levantamento de dados do próprio grupo, foi constatado que hoje há no Brasil 684 clubes de futebol e destes, 583 não tem calendário anual.

São os times que disputam estaduais e, a partir de abril, não têm atividade. Fazem no máximo 15 partidas no ano. Isso representa desemprego superior a 12 mil pessoas em oito meses do ano.

A proposta do Bom Senso é a criação da Série E, com 452 times. Cada um disputaria um mínimo de 30 jogos e um máximo de 34 num formato de 36 grupos com 12 equipes em cada. As séries C e D também sofrem alterações. A terceira, com 48 clubes, teria o mínimo de 34 e o máximo de 38 partidas. Na quarta, 144 equipes disputariam de 32 a 38 jogos, e 36 seriam rebaixadas para a nova quinta divisão, na qual também haveria acesso das 36 melhores.
Além disso, diminuir o calendário de jogos do campeonato brasileiro, que passaria há começar em fevereiro e terminaria em novembro, tendo um mês de férias e um mês de pré – temporada.

Para os campeonatos estaduais, seriam transformados em copas disputadas no mês de junho, com no máximo oito datas. Na proposta, o número de times participantes varia de oito a 40, de acordo com a realidade de cada estado. Os clubes das Séries A, B e C teriam vagas garantidas, enquanto os da D e E passariam por eliminatórias, disputadas entre novembro e dezembro às quartas-feiras. Dependendo da Federação, essas eliminatórias poderiam até ser jogadas por período mais longo, se for necessário diminuir algum período de inatividade de qualquer clube.)

A questão é a vontade política de Marco Polo Del Nero, futuro presidente da CBF, e a dos presidentes de federações, que precisam entender que no novo cenário podem fazer campeonatos sem os grandes clubes, mas que produzam mais riqueza do que acontece hoje. 

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